Abismado com o tamanho sucesso alcançado pela música do Kurubaco onde minhas jornadas são contadas, resolvi escrever aqui sobre os fatos citados na canção.
A primeira -e longa- história remete aos tempos áureos de minha força e sabedoria. Meu corpo ainda respondia bem, os feitiços estavam na ponta da língua e o verniz do meu cajado ainda era novo. Contarei agora como coloquei o coisa ruim em uma enrascada.
Sexta de chuva, aluguei um grifo ( quem não sabe o que é um grifo, vai pesquisar) para me divertir pela bela Visconde de Mauá. O bichinho não era tão esperto como viria a ser o cabrito, mas devo admitir que atingia boa velocidade e bebia pouca água por km rodado. Enfim, apontei o focinho dele para norte, em direção ao antigo cemitério dos discípulos de Circe, onde alguns antepassados repousavam. Como nunca gostei muito de cemitérios, só dei um alô para alguns enquanto observava as belas estátuas do local. Até que aconteceu o que não devia. Um sujeito de capa, mal encarado, com bigode de porteiro e tão vermelho que parecia gringo em férias no rio surgiu de trás de uma árvore. Cidadão educado que sou, dei bom dia, perguntei o que ele fazia na chuva e se precisava de alguma coisa. Daí começou a mais incrível e mortal discussão de todos os tempos.
Será que nosso herói irá colocar o rabo entre as pernas e fugir? Ou ele vai meter o sarrafo no coisa ruim? Não perca o próximo capítulo nesse mesmo blog, nessa mesma internet e nesse mesmo sistema solar!
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Cabrito e suas peripécias
Lembro como se fosse ontem o dia em que peguei o meu caro amigo e mascote Cabrito Alado dando uma sapecada de leve na Cabrita Alada do meu irmão Druida da Gruta da Caverna Dentuça. A gente estava conversando sobre magias e elixires. Meu irmão foi pegar um desses elixires para eu experimentar, e ver se funcionava realmente. Ele entrou no seu Quarto de Magia e eu fiquei na sala, esperando.
Eis que surge um barulho estranho, e eu fui verificar. É meus amigos, quando eu fui para o quintal da casa dele me deparo com a seguinte cena: O Cabrito Alado montado em cima da Cabritinha dele. Ao mesmo tempo que me veio um sentimento de orgulho, pelo fato do Cabrito estar traçando uma Cabritinha filé, veio um sentimento de apreensão pois a Cabritinha era do meu Irmão e ele tinha muito zelo por ela. Daí, surgiu-me a idéia de dar uma boa pancada no Cabrito e de usar minha magia de levitação. Mas que idéia infeliz. Quando levitei o Cabrito a Cabritinha foi junto, o que chamou a atenção do meu irmão, que logo se estressou e quase espancou meu caro Cabrito.
É, esse Cabrito Alado é muito sapeca!
Eis que surge um barulho estranho, e eu fui verificar. É meus amigos, quando eu fui para o quintal da casa dele me deparo com a seguinte cena: O Cabrito Alado montado em cima da Cabritinha dele. Ao mesmo tempo que me veio um sentimento de orgulho, pelo fato do Cabrito estar traçando uma Cabritinha filé, veio um sentimento de apreensão pois a Cabritinha era do meu Irmão e ele tinha muito zelo por ela. Daí, surgiu-me a idéia de dar uma boa pancada no Cabrito e de usar minha magia de levitação. Mas que idéia infeliz. Quando levitei o Cabrito a Cabritinha foi junto, o que chamou a atenção do meu irmão, que logo se estressou e quase espancou meu caro Cabrito.
É, esse Cabrito Alado é muito sapeca!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Contos de quando era jovem.
Quando ainda não tinha minha volumosa barba nem mesmo joanetes nos pés custumava ir à Taverna do velho Zé, tomar umas aguardentes de ambrosia. Num desses dias, decidi tentar relações com uma dama que estava sentada comendo carambolas moídas num canto úmido. Como todo iniciado em magia, preparei um coquetel do amor, aqueci o ambiente e fui para a conquista. Chegando perto, reparei que se tratava de um Bruvesti, e estava armado com uma varinha negra muito perigosa. Me chamou gentilmente para sentar, mas quando recusei o convite ele se tornou agressivo e disparou um raio de magia branca em cima de mim, porém naõ sabia com quem estava se metendo. Invoquei todos os espíritos malignos que rondavam o ambiente e o vi sair correndo porta à fora. É como eu sempre digo: lugar de Bruvesti não é em Mauá!
Elixir das pernas resistentes
Bom, essa receita é muito pedida pelos andarilhos mensageiros e pelos guerreiros dos exércitos de Duberraux que passavam pela minha gruta. E é uma receita muito fácil.
Bastante água
Pó de tamarindo
Patas de louva-deus
Bom, primeiro pegue uma meia-duzia de lenha e bote fogo. Ponha seu caldeirão de bronze em cima e deixe esquentar a água um pouco. Jogue o pó de tamarindo e deixe ficar bem diluído, até a agua mudar de cor, de transparente para marrom. Logo após isso, coloque a pata de louva-deus inteira no caldeirão. Isso é importante, porque se a pata for quebrada, quem beber sofrerá graves problemas nas pernas.
Está pronto o elixir. Mas para que funcione corretamente é necessário que quem tome engula ao menos uma das patas de louva-deus.
Abraços do Profeta de Mauá
Bastante água
Pó de tamarindo
Patas de louva-deus
Bom, primeiro pegue uma meia-duzia de lenha e bote fogo. Ponha seu caldeirão de bronze em cima e deixe esquentar a água um pouco. Jogue o pó de tamarindo e deixe ficar bem diluído, até a agua mudar de cor, de transparente para marrom. Logo após isso, coloque a pata de louva-deus inteira no caldeirão. Isso é importante, porque se a pata for quebrada, quem beber sofrerá graves problemas nas pernas.
Está pronto o elixir. Mas para que funcione corretamente é necessário que quem tome engula ao menos uma das patas de louva-deus.
Abraços do Profeta de Mauá
Apresentação
Olá.
Meu nome é Arnaldo Kurum Bac O, mas pode chamar-me de Proféta de Mauá.
Sou um senhor de idade, media estatura, cajado na mão e acompanhado de meu querido mascote Cabrito Alado. Este ultimo é um animalzinho muito carinhoso, porém poderoso. Capaz de empurrar até casas de tijolos com o balançar de suas asas. Com essa novidade de blog aqui no reino de Duberraux, poderei contar minhas histórias, aventuras e receitas para vocês, leitores.
Um grande abraço de seu companheiro Profeta de Mauá.
Meu nome é Arnaldo Kurum Bac O, mas pode chamar-me de Proféta de Mauá.
Sou um senhor de idade, media estatura, cajado na mão e acompanhado de meu querido mascote Cabrito Alado. Este ultimo é um animalzinho muito carinhoso, porém poderoso. Capaz de empurrar até casas de tijolos com o balançar de suas asas. Com essa novidade de blog aqui no reino de Duberraux, poderei contar minhas histórias, aventuras e receitas para vocês, leitores.
Um grande abraço de seu companheiro Profeta de Mauá.
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